O artigo coloca uma questão central da filosofia política: Como se define uma identidade?
Concretizando, uma identidade definida em termos étnicos pode servir de base a uma política? se sim, em que condições? Como explicar as diferenças radicais entre o nível macro e micro na análise de Ayse Parla? Tem o caso algum paralelismo com o fenómeno dos "retornados" das ex-colónias no pós 25 de Abril?
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